quarta-feira, 7 de setembro de 2011








"Não é raro, tropeço e caio
Às vezes tombo feio, de ralar o coração
Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.
Tudo que é verdadeiro, volta!"

Caio Fernando Abreu
                                                                                         

quinta-feira, 4 de agosto de 2011



"E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar..."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011




"Gosto do frio e do calor. Amo chuva pra ficar em casa, mas também gosto de um sol brilhando pra andar na rua. Gosto do livro e do filme. Gosto de falar e ainda mais de ouvir. Gosto do preto e do branco. Do sim e do Não. Só não sei o que dizer sobre o meu coração."

Leo Naslim

sexta-feira, 22 de julho de 2011


Essa mania grotesca que as pessoas tem de magoar a gente é demasiadamente dolorida. Chega a ser insuportável o modo como machuca e destrói dentro da gente.

Eu quisera que fosse diferente, quisera acreditar que realmente exista amor. Não só o amor de homem e mulher, aquele amor sexual não... Nesse eu já deixei de acreditar há tempos! Mas aquele amor que a gente supõe que exista entre os' verdadeiros' amigos, aquele amor de família... Talvez nem seja o amor propriamente dito, porque antes dele deve vir o respeito sempre e com certeza. E nem isso eu tenho visto mais.
O que vejo são pessoas a cada dia mais deixando seus valores na gaveta e vivendo num jogo de satisfação pessoal extremamente egoísta. Tudo é egoísmo, relacionamentos em todas as suas formas baseados em interesse e nada mais.
Você deixa fluir, e no final... Alias no meio, no começo... A qualquer momento, sempre alguém vai te machucar e vai doer... E vai doer... E vai doer... E você vai se machucar... E vai doer... E você vai achar que vai morrer, mais você vai superar... Mais vai doer!
O que mais me atormenta é saber que quando não sou eu que sinto a dor, sou eu quem a causo... E que vai ser pra sempre assim!

Eu queria era ser uma arvore de andiroba! Talvez eu fosse mais feliz!


                                                                                                                                              Tiare Leite



sexta-feira, 8 de julho de 2011



Todo mundo costuma perguntar sobre o meu nome, de onde ele vem, o porque da minha mãe te-lo escolhido, o que significa e blablabla. No começo achava bastante chato ter um nome tão exótico, hoje em dia não me incomodo, até gosto e passei a gostar do fato dele não ser nada comum! Como se não bastasse um nome exótico tenho um segundo diferente tbm, fiz uma pequena pesquisa e vou escrever-lhes sobre e como escolheram meus nomes.

Meu nome é Tiare Muriel, assim como Ana Maria, Maria Eduarda, João Lucas e etc. É um nome composto, Muriel não é um sobrenome como costumam pensar! Quem escolheu foi minha tia mais doida, a Dulce, irmã da minha mãe (graças a Deus), pq minha mãe queria que eu me chamasse Steffani (Deus me livre), ela viu uma reportagem numa revista sobre meu nome e sua origem e a idéia 'colou'. Já o segundo nome não tenho nem idéia de onde elas tiraram.

Tiare é uma palavra thitiana, significa flor, mas de maneira geral as pessoas usam essa palavra para se referir à Gardenia tahitensis, uma florzinha branca e com um perfume forte, doce e original, que é típica das ilhas polinésias. No arbusto de pequeno porte floresce entre duas e dez flores por dia durante o ano todo, principalmente entre sentembro e abril (por coincidencia é o mês em que nasci).
A maioria das pessoas concorda que é a mais bela flor dessas ilhas. Essas flores brancas como a neve se destacam em meio às folhas extremamente escuras e brilhantes de seu arbusto. Elas abrem à noite e duram vários dias antes de murchar.
Com elas são confeccionadas a maioria dos tradicionais colares como símbolo de boas vindas, ao chegar nas ilhas polinésias os turistas sempre recebem colares de flores ou pelo menos uma tiare para colocar atrás da orelha.

Segundo a lenda:
Existe uma pequena ilha vulcânica perdida na vastidão do Oceano Pacífico, a 200 kms do Taiti, uma ilha repleta de mistérios e segredos, é um local considerado sagrado. E há lendas e mistérios que encantam toda a ilha: caminhar sobre brasas, desvirginamento ritual (feito com um ferro em brasa), construções antigas, mais antigas que o tempo, milhares de crânios encontrados por arqueólogos, estátuas de pedra representando seres de duas cabeças, símbolos gravados nas pedras. Mas o mistério mais bonito, interessante ou estranho, talvez seja o da flor tiare apetahi.
A tiare apetahi é uma autêntica maravilha: lembra um lírio, mas com um aroma muito diferente e difícil de esquecer, transportando-nos a lugares remotos e histórias de encantar. Cada flor tem sempre cinco pétalas e reza a lenda e a crença passadas de geração em geração, a flor só aparece nos locais onde cinco donzelas eram sacrificadas aos deuses, anualmente. O sangue das donzelas, regava as mudas da flor. E assim elas nasciam tão formosas e tão perfumadas. Dize-se ainda que é por esta razão que não se consegue plantar as flores nenhum outro lugar do mundo.

Muriel é unissex, pois os nomes em terminação “el” q vem dos anjos nao tem determinação de genero justamente por os anjos nao o terem. É de origem eslava e siginifica brilhante como o mar.


Bom, é isto! Tenho certeza que devem se ter muitas outras histórias acerca dos meus nomes, mas me contento em saber apenas destas!
Tenho certeza que o meu nome foi feito pra mim, e mais do que se imagina tenho muitas coisas em comum com cada história, definição ou lenda contada a cerca deles!


Fontes:
http://moananui.wordpress.com/2008/03/07/a-flor-do-tahiti/ http://beloguedabesta.blogs.sapo.pt/10959.html http://www.iremar.com.br/nomes/index.php?q=Muriel#axzz1RXHVcwK0 http://pribi.com.br/dicionario-de-nomes/muriel



quinta-feira, 7 de julho de 2011

“A espera aumenta o desejo. Tem uns bobalhões por aí que acham que, se põe a mão na bunda de uma mulher, e ela não reclama, já está no papo. Aprendizes. O coração de uma mulher é um labirinto de sutilezas que desavia a mente grosseira do homem trapaceiro. Para realmente possuir uma mulher é preciso pensar como ela, e a primeira coisa a fazer é ganhar a sua alma. O resto, o doce e fofo embrulho que nos faz perder os sentidos e a virtude, vem por acréscimo.” Carlos Ruiz Záfon




"Ah, fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, noites afora, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro estranho o cheiro preciso dele(…)”

(Caio F.)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Passível de sentido... (!?)

O caminho obstruído não a impediu de cometer o ato do qual mais se arrependeria na vida, ou não. Ela passara de forma calorosa por todos, um calor diferenciado, um calor avermelhado pela raiva, ela estava cega, mal sentia suas pernas e suas mãos formigavam, nenhuma das boas lembranças eram bem vindas naquele momento!
Ela adentrou a casa com toda a pressa, tomou nas mãos a winchester que estava atrás do quadro colorido que eles escolheram juntos, a arma era dele, mas isso era irrelevante naquele momento. Com tanta pressa e tanto calor quanto o início, ela adentrou o quarto, ele veio ao seu encontro, ela não lhe deu nem oportunidade e disparou... Cinco tiros, cinco balas, um cadáver e uma mente confusa.
O ato fora perfeito, um assassinato com assinatura clara e evidente. Ela não estava mais com aquele calor diferenciado, ela já não tinha raiva, ela não tinha pressa. Ela não entendera sua ação, e como num rito macabro abraçava o corpo dele e se banhava no sangue, que era fruto da sua ação, aquilo doía, doía mais que todas as dores que ela já sentira, doía mais do que ela pudera suportar e numa fração de segundos ela caiu desacordada.
*Acharam o corpo dele sem vida e o dela com sinais de auto flagelação. Ele foi enterrado e ela fora levada. *

Ao retornar a si, ela se encontrara numa pequena sala, todos os seus sentidos não tinham mais sentido, e aquele calor tornara a lhe abafar, ela sorria, ninguém entendia e tudo era mesmo aquilo que parecia ser.
Algemaram-na e ela foi levada. Sua cela era pequena, era úmida, era escura, era gelada e ela estava só. Se arrependia e se entregava a dor mais dolorida, e por vezes aquele calor diferente voltava, e vice e versa.
Ninguém entendia, ninguém compreendia e até hoje só ela sabe, só ela sabe o que realmente aconteceu, o que ela deixou e o que a fez ter tais ações! O que se sabe é que hoje ainda, ela está numa sala branca, almofadada e com uma camisa de força, gargalhando e chorando alternadamente, esperando por hora a dor mais doída e por hora o calor avermelhado...
Talvez! Talvez nem mesmo ela saiba, nem mesmo ela entenda... Talvez seja assim pra sempre! Seu inferno feliz!

* O que ninguém imagina é que esta foi a única vez na vida, que ela realmente foi ela! *

Tiare Leite

terça-feira, 5 de julho de 2011

Os beijos bons precisam começar em nós!





"É uma benção inestimável receber amor.
Mas quando dói, a gente precisa cuidar da própria dor com o carinho com que gostaríamos de ser cuidados pelos outros. Com a atenção e a suavidade com que tantas vezes cuidamos de outras vidas.
Os beijos bons precisam começar em nós!"

(Ana Jácomo)